O ESPIRRO DE MERDA

O Blog que para mim é o equivalente ao primeiro peido em público, esse prisma de sensações simultâneas e inesquecíveis. A vergonha, a surpresa, o inexplicável prazer e o filha da puta do cheiro inebriante...PUFF...fez-se o Chocapic!

Julho 23, 2005

Histórias de Encantar - "Chiolas Saga"

Caros amigos e leitores,

inicio aqui um ciclo de histórias leves e sensatas, que quem sabe, um dia poderão contar aos vossos netos. O que me leva a escrever estas histórias de encantar? O facto de alguns paneleiros leitores dizerem que eu deveria escrever algo sério, algo desprovido de barbaridades sexuais e que de facto contribuiu-se para a riqueza da literatura portuguesa. Pois bem, vou especializar-me na literatura infantil, mas para adultos. Os coelhos são todos playmates, as bruxas são gajas gordas e ressabiadas, os príncipes são rotos, os reis são ainda mais rotos, e o herói é sempre um cabrão.


Esta primeira história que hoje inicia trata da vida de um rapaz como tantos outros, que vive num mundo em que ninguém o compreende...é assim uma espécie de Alexandre Frota drunfado com pau de cabinda, preso na versão homosexual da Quinta das Celebridades (basicamente, é só acrescentar alguns nascas àqueles que já participaram nas anteriores edições...excluíndo o próprio Frota, que esse sim, é macho)


O Chiolas sempre foi um menino mal comportado. Aos 15 anos, após ser tolhido por uma debulhadora de trigo, a comunidade em geral apercebeu-se que não conseguia ficar minimamente triste pela morte do Chiolas, o puto traquina que chamava ao padre da paróquia local "O Pinguim Punheteiro"

Na sua pequena comunidade de puritanos, Chiolas era o bocado de merda seca que às vezes se mete e cola debaixo dos sapatos. Mas, a aceitação e tolerância para com ele era bastante. Desde o dia em que os próprios pais declararam que o filho era a porra dum bronco que os deixava embaraçados com o acto de o terem concebido, toda aquela pequena comunidade de hábitos reservados - dogmaticamente resignada aos bons costumes e morais que a religião aprovasse - percebeu que se ele não tivesse uma morte acidental e precoce (ou provocada pelo Senhor, por favor, livrai-nos deste herege) a comunidade corria o risco de ser abalada na sua extrema sensibilidade.

Os membros anciões da pequena vila juntaram-se e decidiram chamar de volta um membro da sua sociedade, que vivia sozinho nas escarpas das montanhas. Alimentando-se essencialmente de pinhões e da pouca vegetação, e também de leite de iaque, era conhecido por Fagundes Barbudo, e tinha sido ostracizado após ter desflorado e abusado da inocência das três filhas do Sr. Leitaça (tirou os três às três).

Mas nem o "eremita" Fagundes conseguiu deter Chiolas na sua cruzada pela destabilização da pudicidade pública. A táctica de combater o fogo com fogo levada a cabo pelos anciões, falhou miseravelmente quando Fagundes, incumbido da missão onerosa de dar uma lição a Chiolas, enrabando-o até que a pele do escroto encarquilha-se, se viu forçado a abandonar a vila após Chiolas, jovem vigoroso e cheio de força na verga, lhe ter escachado a bufa a marteladas de nabo. Claro que isto doeu tanto a Fagundes como a Chiolas, uma vez que as reentrâncias anais de Fagundes estavam ressequidas pelo tempo, e acima de tudo pelas inúmeras infecções criadas na bufa, devido ao frio da montanha e pelo alojamento de pequenos parasitas que se alimentavam das suas fezes.


Chiolas vivia assim, incompreendido, numa época que não era a dele. Vivia desenquadrado.

Noutra ocasião, num belo dia de sol que iluminava o seu primeiro dia de aulas, Chiolas levantou-se para se apresentar à turma, e as suas primeiras palavras foram ordinariamente e sexualmente explícitas, mostrando que o petiz dominava perfeitamente a temática.

Desde esse primeiro momento de terror, em que a pequena turma de 10 elementos de saudáveis jovens totalmente inocentes e ingénuos mais a jovem freira que leccionava as aulas ouviram ecoar as palavras "O QUE É QUE FOI, CARALHO? tresandais a suor e sois todos vermelhuscos. Parecem uns porcos saídos duma orgia de chouriços e linguiças" , o pânico espalhou-se pela comunidade...era conversa comum entre os habitantes que Chiolas ia inevitavelmente conduzir à extinção dos bons hábitos e costumes da comunidade.

Da mesma forma que Dédalo construiu asas de cera para o seu filho Ícaro, o pai de Chiolas tentou também pô-lo fora daquele labirinto de morais que era a vila que habitavam. Claro que aqui o caso era diferente, porque Chiolas queria era chavascal, e não abdicava de ser o minotauro no labirinto, aterrorizando as jovens moçoilas que colhiam flores nos campos.

Obviamente, Chiolas começou a ser afastado das raparigas, cujos pais as trancavam em casa.

Fatidicamente, a sua vida foi ceifada aos 15 anos. E ninguém, ninguém chorou pelo Chiolas. A vida voltou ao normal de à 15 anos atrás. Mas foderam-se, que um dia o padre punheteiro foi apanhado a encaixar o nabo na peida fofinha dum puto sardento , e aí o descalabro e os escândalos sexuais verdadeiramente ditos (e não a verborreia e do Chiolas) vieram à tona.

Ninguém chegou a saber ao certo como tudo aconteceu. Boatos surgiram, sobre o facto da morte de Chiolas ter sido levada a cabo pelos próprios pais. Outros dizem que foi o padre punheteiro, e outros até afirmam que foi a ira de Fagundes Brbudo que matou Chiolas.


To be continued...

0 Comments:

Enviar um comentário

Links to this post:

Criar uma hiperligação

<< Home